terça-feira, 16 de setembro de 2014

Minha segunda gravidez!

Meu marido e eu decidimos começar a tentar uma segunda gravidez em janeiro de 2014. Achamos que demoraria um pouco, afinal a da Luana levou quase um ano para conseguirmos!
 
Diferente da primeira tentativa, quando tinha muitos atrasos devido ao ovário policístico, dessa vez, vinha todo mês, direitinho.
 
Em maio, fui à minha ginecologista para uma consulta de rotina e ela, como de costume, pediu uma ecografia para saber se estava tudo bem. Meu exame foi marcado para uns vinte dias, mais ou menos. Chegando perto do dia, percebi que minha menstruação estava atrasada uns 2 ou 3 dias, mas não falei com ninguém, nem fiz nenhum exame de farmácia, afinal a ecografia já estava marcada, se tivesse alguma coisa, a médica certamente veria.
 
No dia marcado, a médica foi examinando tudo até que chegou no meu útero e me perguntou como estava a minha menstruação. Falei que estava atrasada e ela me deu a notícia de que havia um saco gestacional! Sim!! Eu estava grávida!! Que alegria!!
 
Saí do consultório, fui a uma loja de bebês, comprei uma roupinha, fui ao trabalho do meu marido e entreguei o presente. Quando ele abriu e percebeu que "estávamos grávidos", foi a maior festa!! Ele ficou muito feliz e todos que trabalham com ele vieram nos dar os parabéns!
 
Na semana 12, voltamos ao consultório para fazermos a ecografia que mede a translucência nucal e verifica outros itens que indicam que o bebê está bem. O exame foi de manhã e nossa viagem para o Equador seria à tarde. Precisei fazer assim, porque era o primeiro dia da semana 12 e esse exame é feito a partir de 12 semanas.
 
Antes de continuar com a história, queria pedir desculpas para as minhas amigas, pois não contei para quase ninguém o que vou escrever aqui. Naquele momento, eu não quis dar detalhes para ninguém, porque foi uma situação muito difícil para mim e eu não quis ficar falando no assunto. Mesmo depois que tudo passou... Hoje já consigo tratar do assunto com mais tranquilidade. Por isso guardei segredo até hoje...
 
Infelizmente, não foi tudo bem no exame... A medida da translucência nucal, que é considerada normal até 2,5, no máximo 3,0, deu 2,8. Muito próximo ao limite. E a médica não conseguiu ver o ossinho do nariz. A médica olhou no fundo dos meus olhos e disse "98% de chance de seu bebê ter alguma síndrome."
 
Nosso mundo desabou...
 
Como assim não estava tudo bem???
 
O procedimento a seguir era fazer uma punção, retirar líquido amniótico e mandar para um laboratório de genética, que faria uma análise para saber se o bebê teria alguma síndrome, qual e o nível. Dependendo da síndrome, seria possível entrar com um mandato de segurança para retirar o feto.
 
Pensem como não ficamos? Como assim retirar o feto?? Aquele bebê que já estava se formando dentro de mim, que vimos esticar as perninhas, vimos chupar o dedinho... Não!!!
 
Além disso tudo, ainda tive que adiar a minha viagem com a Luana e meu marido foi sozinho... Uma separação para a qual não estávamos preparados...
 
Foi tudo muito difícil...
 
Isso aconteceu numa sexta, quando foi na segunda, eu consegui marcar uma outra ecografia, num outro consultório, para ver o que diriam. Também estava tentando marcar a punção nesse outro consultório, mas ainda não tinha conseguido.
 
Quando estava perto do horário que eu faria a nova eco, o médico me ligou e disse que faria a punção nesse mesmo horário. Refiz a ecografia, a medida que tinha dado 2,8, deu 2,5, mas ainda não viram o ossinho do nariz. E acharam melhor fazer a punção de qualquer maneira. Fiz... Que exame horrível... Não doi, mas é uma sensação tão esquisita, que minha pressão caiu e eu fiquei super enjoada... Eles enfiam uma agulha pela barriga mesmo para retirar o líquido... Tudo monitorado por uma ultrassonografia, tudo seguro para o bebê.
 
De lá, eu e minha mãe fomos levar o líquido a um laboratório de genética e paguei para que o resultado saísse dois dias depois. Detalhe, só depois que eu soube que não seria o resultado completo, mas o principal... Mas tudo bem, eu já tinha pago...
 
Enfim, dois dias depois, entrei em contato com o laboratório e a moça me disse que o resultado era negativo para as três mais graves e mais comuns síndromes. Que alívio! Mas ainda tinha o restante do resultado que só sairia uma semana depois.
 
Ah! No mesmo telefonema, a moça me perguntou se eu queria saber o sexo. Claro que eu quis! Outra bonequinha!!!
 
Uma semana depois, liguei novamente para saber o resultado final e, graças a Deus, deu tudo negativo!!!
 
Foi apenas um susto!! Mas que susto!!! Passa tanta coisa pela nossa cabeça...
 
Quatro dias depois desse resultado, eu e a Luana já estávamos embarcando para o Equador, para nos juntarmos novamente ao meu marido!!
 
Um mês e pouco depois, aqui no Equador, fiz uma ecografia e o doutor viu tudo! Nariz, boca, olho, coluna, mão, pé, coração, etc. TUDO!!! Nossa bebê estava perfeitinha!!
 
Amanhã vou voltar a esse doutor para fazer a ecografia morfológica. Se Deus quiser, vai continuar tudo bem com a Gabriela!! Sim! Escolhemos o nome uns dois dias depois que descobrimos o sexo!
 
Hoje estou com 22 semanas e com barrigão bem grandão!! (Mas a foto é de umas 17 ou 18 semanas... Não tinha mais recente. rs...)
 

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Mais vocabulário de Luana - 2 anos e 4 meses.

Bom, o que vou escrever aqui é mais uma recordação para os pais do que outra coisa...

Comecei a escrever esta postagem em fevereiro deste ano, ou seja, Luana estava com uma ano e 10 meses. Tinha um vocabulário ainda pequenino.

* Nana ou Banhanha - Banana.
 
* Mãnííí - Mori (nome de nossa cachorrinha - lê-se Muri).

* Quando eu falo "Um, dois, três e..." - ela responde "Chááá". Aliás, se ela ouve na televisão alguém contando, ela responde o "Chá" aqui em casa!

* Fffffffffffu (mas sem falar muito a vogal, mais como um assopro) - Suco.

* Abote - Mamate (é a forma que chamamos a mamadeira com leite).

* Átche - Cadê?

* B-lla (som de B mudo e "la" bem enfatizado) - Milla (o nome da filha de 4 anos de um de nossos vizinhos, que a Luana adora!).

* Aiol - Titio (??? rs... Vai entender...)

* Abô (com a mãozinha virada para cima) - Acabou.

Agora, em agosto de 2014, com 2 anos e 4 meses já fala muuuuito melhor... hehe Acontece que ela tem seu próprio vocabulário e a mãe, melhor do que ninguém, porque é quem passa 24 horas com ela, é quem mais consegue decifrar o "Luanês".

* Tá Nida!! ou Tá Ninnnda!! - Tá Linda! (Diz quando termino de arrumá-la ou quando ela me vê maquiada ou pronta para sair)

* Paio - Caio (nome de um amiguinho)

* Bidada - Obrigada

* Dacias - Gracias (em espanhol)

* Tati - Mamate (como já escrevi, é como chamamos a mamadeira com leite), Chocolate e Tomate.

* Ábua - Água

* Izi - Nariz

* Vovô - Por favor (esse eu demorei para identificar... Ela dizia "tati, vovô" e eu dizia, não é vovô, é mamãe! hehe Depois que fui percebendo o real significado...)

* Dida - Dinda

* Daçá - Dançar (e mexe os bracinhos dançando que é uma beleza!!)

* Çasselo - Travesseiro

* Manana - Banana

* Oto - Arroto (quando ela arrota, eu pergunto "O que foi isso?" e ela responde "Oto!")

* Chuco - Suco (melhorou, né? Como viram acima, era Ffffffffu)

* Titilhos - Sucrilhos

* Xitelhas - Estrelas

* Ua - Lua

* Biga - Barriga

* Olo - Olho

* Olela - Orelha

* Queijo - Queixo e queijo também.

* Belo - Cabelo

* Chorro - Cachorro

* Daliinda - Margarida

* Puto - Pluto

* Piepa - Pepa (nome de uma porquinha que todos os pais de crianças pequenas devem conhecer!)

* Chapato - sapato

* Têsis - Tênis

* Shoppi - Shopping

* Taurro - Carro

* Pissá - Passear

* Taça - Calça

* Choda - Fralda (???? Vai entender!! hahaha)

* Idê - Cadê

* Tula (com a mãozinha na testa como a gente coloca para procurar algo, sabe?) - Procura! hahaha É uma graça!!!

* Roiz - Arroz

* Jatalé - Jacaré

* Cisitá - Sentar

* Deu - Entendeu (Quando a gente fala pra ela "Entendeu?", ela responde "Deu")

* Budi - Mori (Nome da nossa cachorrinha. Essa era mais certinha em fevereiro... rs...)

* Aiuda - Ajuda

* Uana - Luana

* Baiela ou Biela - Gabriela (nome da bebezinha que estou esperando)

* Liça - Lícia (nome da minha irmã)

* Dou (dito com um biquinho) - Jow (nome do cachorrinho da minha mãe)

* Chuja - Suja

* Tiísso? - O que é isso?

* Basil - Brasil

* Bêla - Bandeira

* Izão - Televisão

* Eu, eu! - Quando ela quer fazer algo sozinha e a gente está tentando ajuda-la, ela fala brava "eu, eu!", batendo a mãozinha no peito. E ai da gente se não deixar! Faz um escândalo!

* Agora ela está com mania de, quando pede mamate (mamadeira), faz mímica de como fazer, ou seja, pega uma mãozinha e vai colocando o leite com a outra mãozinha, como se estivesse ensinando a fazer. hehe

* Pega papel - Pega papel (esse é uma graça, porque ela fala direitinho logo depois de um espirro que precisa de papel para limpar o narizinho!)

Outros que já são perfeitos: mamãe, papai, vovó, vovô, titia, titio, não, queijo, pão, pé, mão, dente, meia, dedo, ovo, joia e legal (mostrando o dedinho polegar levantadinho), etc.

É claro que existem muitos outros, mas não estou me lembrando aqui... Assim que houverem outros ou que eu me lembrar dos demais, vou escrevendo mais postagens.


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A minha grande volta!

Aqui estou eu de volta...
 
Fiquei muito tempo longe, né? Mas voltei!!
 
Eu amo escrever e adoro dividir minhas experiências com pessoas que as usarão. O que aconteceu, foi que meu blog acabou indo por um caminho que não estava me deixando satisfeita. Acabei mudando o foco... Ao invés de escrever apenas o que eu estava sentindo, de coração, comecei a escrever o que eu achava que as pessoas iam querer ler, iam achar interessante... Não estava feliz... Acabei me afastando...
 
Mas agora resolvi voltar e decidi que vou seguir meu coração! Espero que gostem!
 
Tenho muitas coisas para contar, mas escreverei uma coisa de cada vez.
 
Hoje, logo cedo, li uma reflexão de uma amiga minha (Ana Rita) sobre as coisas boas da maternidade e achei que seria uma ótima maneira de retornar. O que aconteceu com ela foi que deu um desabafo perto de umas mulheres que ainda não eram mães e elas a questionaram se tinha alguma coisa boa em ser mãe.

Realmente, nessa vida de mãe, temos muito trabalho... Fazer mamadeiras, lavar mamadeiras, trocar fraldas, fazer comidinha saudável (antes de tê-los nos virávamos com qualquer sobra, né?), não perder os horários das refeições, porque eles são uns reloginhos, trocar fraldas, dar banho, passar pomadas, trocar fraldas, escolher roupinhas, arrumar bolsas para sair, não esquecer de nada nessas bolsas (!!!!!), acordar de madrugada com um chorinho, trocar fraldas e muitas vezes ter que trocar de novo na mesma hora, porque fizeram xixi ou cocô no momento da troca e, quando sujam tudo, ainda temos que dar um banhinho, colocar na cadeirinha do carro, tirar da cadeirinha do carro, colocar no carrinho, tirar do carrinho, pegar o sapatinho que caiu, colocar dentro do berço, tirar de dentro do berço, pegar no colo (lembrando que esses pequenos pesam!! Haja coluna!), passar um paninho na boca, porque estão babando ou golfando, ficar com a nossa roupa suja, porque golfaram nela, tomar banho correndo, para não ficarem sozinhos, fazer xixi com a porta aberta e o carrinho ali do lado para não chorarem, viver catando brinquedinhos pela casa até conseguir ensiná-los a guardar, limpar paredes que rabiscaram com lápis de cor, catar biscoitos pelo chão, correr para segurá-los num degrau ou em qualquer outro perigo, ficar sem nosso celular ou tablete para que eles possam assistir algum clipe infantil ou jogar algum joguinho que os deixem calminhos, conhecer toda a programação do Discovery Kids, saber cantar todas as músicas da Galinha Pintadinha ou dos Pequerruchos, ficar despenteada, com as unhas para fazer, sem tempo de passar um batonzinho, dentre muitas outras coisas, que não me ocorrem no momento. Ah!! Sem falar nos inúmeros "não's" que temos que dizer durante todo o tempo!!

As crianças são diferentes, então esses itens podem não ser verdade para todas as mães, mas acredito que grande parte deve se identificar com a maioria.

Para quem não tem filhos, parece horrível, né? "Nem dá vontade de engravidar! Quanto trabalho! Não dá para descansar nunca! Deus me livre de ter um filho e ter que passar por tudo isso!", devem dizer.

Mas eu GARANTO que tudo isso é recompensado com uma coisa simples... O amor! Sim, o amor!

Esse sentimento faz com que não nos arrependamos em momento algum de termos decidido mudar nossas vidas tão bruscamente.

Amor esse que vem em forma de um sorriso mais que sincero (como esse da foto logo abaixo), com um carinho em nossos rostos feito com aquela mãozinha pequenininha, com um abracinho carinhoso, com um "mamãe!!!" cheio de felicidade na hora em que chegamos em casa, com um "eu amo você!" dito num idioma que só os pais entendem... Enfim, um amor que vem das mais diferentes formas sinceras que nossos pequenos conseguirão nos demonstrar.
Eu falei que escreveria só uma coisa de cada vez, né? Mas vou escrever duas neste post aqui! Além de falar sobre o amor, vou contar-lhes uma novidade!

Sabem esse amor de que acabei de falar? Então, terei em dobro!!!!

Sim!! Estou esperando minha segunda bonequinha!! Já tem nome, chamar-se-á Gabriela! Estou com quatro meses e estou muito feliz!! Depois darei mais detalhes!!

Bom estar de volta!!! Um beijo carinhoso!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Parceria nova! Juju Bella - Brechó online de moda infantil.

Tenho uma super novidade!!
 
Estamos com um novo parceiro do blog: é a Juju Bella. Trata-se de um brechó online de roupas infantis.
 
Gente, é tanta coisa barata!! Tem marcas nacionais e importadas.
 
 

Ainda não comprei nada, porque acabei de conhecer, mas certamente virarei cliente!
 
Para conhecer a loja, clique aqui.
 
Já deixei um link da Juju Bella no meu blog! Está na lateral esquerda, ok?
 
Vamos aproveitar, gente!!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

"Bolha" x "mundo normal".

Outro dia, uma amiga compartilhou um link de um texto com o título "A bolha em que se vive quando se tem filhos pequenos."
 
Antes de ler, pensei que fosse sobre o período que passamos quando nossos filhos são recém-nascidos e acabamos ficando mais tempo em casa, só dando de mamar, trocando fraldas, dando banho, quase sem sair de casa, dentro de "uma bolha". Mas não era exatamente sobre isso.
 
O texto fala de pais que têm filhos pequenos e vivem dentro de uma bolha, onde os assuntos são só fraldas, vacinas, linha pedagógica da escola, noites mal dormidas, febres, etc. Ele compara essa "bolha" com um "mundo normal", onde as pessoas conversam sobre viagens nas Ilhas Maldivas, vestem roupas da moda, dormem bem... Por fim, a escritora desabafa e diz que um dia ainda vai voltar para esse "mundo normal", fora da bolha, quando seus filhos estiverem crescidos.
 
Gostei do texto. Fiquei pensando sobre o assunto e, tentando ir pelo mesmo raciocínio, eu iria além...
 
Pelo que percebi no texto, a autora acredita que será possível sair da "bolha" quando seus filhos tiverem crescido. Eu não acho que isso seja possível... Acho que, depois que temos filhos, saímos do "mundo normal" e nunca mais voltamos!! Nossas preocupações nunca mais deixarão de ter os filhos como prioridade.
 
É bem verdade que muita coisa vai mudar. Afinal, as noites deixarão de ser mal dormidas, as fraldas não farão mais parte dos assuntos tratados, mas, depois que temos filhos, nossos assuntos mudarão para o resto de nossas vidas... Ao invés de falarmos de linha pedagógica da escola, falaremos sobre uma escola que esteja indo bem no ENEM e sobre a preocupação enquanto os filhos vão para a balada, depois sobre os cursos universitários e sobre o primeiro emprego do filho, depois sobre seu casamento e sobre os netos... E o ciclo se repetirá...

Enfim, eu acredito que nunca mais a nossa preocupação será a roupa da moda, pelo menos, não para nós, talvez para nossos filhos...

Fiquei aqui pensando... Será que o "mundo normal" é mesmo aquele onde os filhos não existem? Ou seria o contrário?